OLHEIRA E SAÚDE DOS OLHOS: EXISTE ALGUMA RELAÇÃO ENTRE ESSAS CONDIÇÕES?

OLHEIRA E SAÚDE DOS OLHOS: EXISTE ALGUMA RELAÇÃO ENTRE ESSAS CONDIÇÕES? – As olheiras são o pesadelo de muita gente e, geralmente, associadas a noites mal dormidas. Mas a verdade é que existem diversos tipos e causas para o surgimento delas. Além do famoso cansaço, alergias respiratórias, origem hereditária e dietas muito radicais podem piorar o aspecto dessas marcas. Mas,  existe alguma relação entre elas e a saúde dos olhos? Continue lendo este artigo e saiba se as olheiras podem afetar os seus olhos.

Quais são as causas das olheiras? – OLHEIRA E SAÚDE DOS OLHOS: EXISTE ALGUMA RELAÇÃO ENTRE ESSAS CONDIÇÕES?

As origens das olheiras são diversas e identificá-las é fundamental para começar a resolver o problema. O consumo de álcool e cigarros contribui bastante para o aparecimento delas, assim como a formação óssea de cada indivíduo ou o acúmulo de gordura na bolsa abaixo dos olhos – sendo essa última muito comum em pessoas mais velhas, que também apresentam pele muito fina e transparente. Dessa forma, as veias ficam mais aparentes.

Elas também podem ser hereditárias, quando existe uma maior produção de melanina na pele. Esse também é o caso de olheiras que se agravam durante o período menstrual ou na gravidez, quando o aumento da carga hormonal estimula o aumento de melanina. Além disso, alguns distúrbios na tireoide também podem ter sua parcela de culpa. Assim como a falta de ferro no corpo, que diminui o oxigênio nos tecidos do corpo.

Quantos tipos existem? – OLHEIRA E SAÚDE DOS OLHOS: EXISTE ALGUMA RELAÇÃO ENTRE ESSAS CONDIÇÕES?

Existem basicamente quatro tipos de olheiras. Elas podem acontecer isoladamente ou combinadas. O mais icônico é o excesso de pigmentação da região dos olhos.

Manchas arroxeadas ou em tons de marrom acometem as pálpebras inferiores e superiores. Esse tipo é mais comum em pessoas com ascendências em algumas etnias específicas. Já o segundo tipo, os olhos fundos, são causados pela anatomia do olho em si. Por causa da cavidade óssea, a sensação de olheira acontece em função da cavidade formada abaixo dos olhos.

Outro tipo de olheira é aquele associado à idade ou à formação genética, na qual bolsas de gordura formam-se abaixo dos olhos. A queixa vem da formação de uma sombra abaixo da bolsa e não necessariamente do escurecimento da pele. Nesse sentido, e assim como nos olhos fundos, essa sombra também pode surgir no caso do osso zigomático e lacrimal saliente. Comumente conhecido como osso da bochecha, quando mais alto, maior a impressão de olhos fundos.

Existem tratamentos e cuidados específicos?

O tratamento para as olheiras está diretamente ligado às suas causas. Existem diversos cosméticos eficientes para os casos leves. Eles geralmente têm compostos químicos que provocam vasoconstrição no local, diminuindo o inchaço e suavizando a mancha. Em casos mais extremos, pode ser usada a luz intensa pulsada para clarear a região. Para olhos fundos, osso zigomático e lacrimal saliente, a opção é o preenchimento com ácido hialurônico. Esse é um procedimento com resultados imediatos e pode ser realizado em consultório.

Qual a relação com a saúde dos olhos?

As olheiras em si não provocam nenhum problema de visão ou indicam qualquer condição oftalmológica específica. As principais queixas são relacionadas à aparência. Entretanto, em casos extremos de acúmulo de gorduras, o volume pode ser tão grande que começa a prejudicar o funcionamento das pálpebras. Elas parecem ficar mais pesadas, o que impede que abram completamente. Nesse caso, uma cirurgia simples para a retirada da gordura resolve o problema por completo.

Em todos os casos, a principal queixa relacionada à olheira é relativa a aparência. Elas podem dar o ar de cansaço, desânimo e envelhecimento. Apesar de serem inconvenientes, as olheiras não representam uma ameaça à saúde dos olhos. Entretanto, seja qual for a opção de tratamento, é importante ter cuidado para que eles não sejam prejudicados. A contaminação de cosméticos ou maquiagens, por exemplo, pode levar a uma conjuntivite alérgica.

Fonte: Ministério da Saúde

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